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NR-35 no concurso: o que a banca pede

NR-35 é uma das normas com presença mais constante em provas de TST no padrão CESGRANRIO. O problema é que muito candidato estuda de forma rasa, sem domínio dos pontos que a banca realmente explora.

NR-35 é uma das normas operacionais com presença mais constante em provas de TST no padrão CESGRANRIO, especialmente em concursos ligados a operação industrial e offshore, onde trabalho em altura é rotina, não exceção.

O problema é que muito candidato estuda NR-35 de forma rasa, sabendo o conceito geral mas sem domínio dos pontos que a banca realmente explora.

Por que NR-35 pesa tanto nessas provas

Trabalho em altura é, ao mesmo tempo, uma das atividades mais comuns e mais perigosas em ambiente industrial. Isso faz da NR-35 um tema natural para a banca, porque combina alta frequência operacional com alto potencial de acidente grave, exatamente o tipo de risco que um TST precisa saber gerenciar com domínio técnico real.

O ponto mais cobrado: divisão de responsabilidades

Se existe um único ponto onde candidato perde mais pontos em NR-35, é na confusão entre os papéis previstos na norma. A banca gosta de testar se você sabe exatamente o que cabe a cada função: quem planeja, quem supervisiona, quem executa e quem fiscaliza durante a atividade.

Memorizar a lista de responsabilidades sem entender a lógica por trás de cada papel é receita para erro na hora da prova, porque a banca costuma trocar atribuições entre os personagens nas alternativas.

Planejamento, organização e execução: a tríade que a banca adora

NR-35 estrutura a atividade de trabalho em altura em torno de três pilares: planejamento, organização e execução. Esse é um padrão clássico de cobrança, porque permite à banca elaborar questões que misturam etapas diferentes na mesma alternativa.

Saber, por exemplo, que análise de risco específica da atividade pertence ao planejamento, e que a permissão de trabalho está ligada à organização da atividade, é o tipo de detalhe que decide questão.

Equipamentos e sistemas de proteção

A norma trata com detalhe a exigência de sistemas de ancoragem, proteção contra queda e EPIs específicos para altura. A banca costuma testar conhecimento técnico fino aqui: diferença entre tipos de sistema de ancoragem e situações em que cada equipamento é obrigatório.

Capacitação e treinamento: prazos e perfis que a banca explora

NR-35 exige capacitação específica com conteúdo programático e carga horária definidos, além de reciclagem periódica. A banca gosta de testar se o candidato sabe distinguir exigência para quem executa de exigência para quem apenas supervisiona ou autoriza.

Como estudar NR-35 sem cair nas armadilhas comuns

O caminho mais eficiente não é ler a norma de forma linear. É mapear a estrutura por função (planejamento, organização, execução), depois por responsabilidade (quem faz o quê), e só então memorizar prazo e exigência técnica específica.

No Clube Método TST

Dentro da Trilha Concurso do Clube Método TST, NR-35 já está organizada com simulados no padrão CESGRANRIO e gabarito comentado que explica não só a resposta certa, mas por que cada alternativa errada existe.

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